Marvel’s Jessica Jones – sexo, obsessão e muito whisky

Estreou em novembro do ano passado, Marvel’s Jessica Jones, segunda série produzida pelo Netflix em parceria com  a Marvel. Após um final de ano conturbado na faculdade, finalmente tive a chance de assistir ao seriado hehehe. Então, vamos ao que interessa!

Assim como em Demolidor, a série se passa Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Jessica Jones, interpretada por Krysten Ritter, é uma heróina com super força e capacidade de saltar, alcoólatra que ganha a vida como investigadora particular em sua própria agência, a Alias Investigations (Codinome Investigações). E é em um de seus trabalhos que Jessica vê um de seus traumas do passado ressurgir. O Doctor Who David Tennant dá vida a Kilgrave, o Homem Púrpura, um vilão com habilidade de controlar a mente das pessoas e obrigá-las a fazer o que deseja. Com a jovem Hope Shlottman (Erin Moriarty) sendo acusada de um crime que não cometeu, Jessica faz de tudo para pegar Kilgrave e inocentá-la.

Entre um gole de whisky e outro (mais de uma garrafa por episódio, certeza), nossa heróina bad ass se envolve com Luke Cage (Mike Colter), outro super herói do universo Marvel que ganhará série também pelo serviço de streaming. Cage já é apresentado e tem papel importante ao longo da série, além de ser o álibi sexual para personagem principal, quer dizer álibi é apelido. O sexo come solto! Eles se juntarão ao Demolidor e Punho de Ferro, na vindoura série dos Defensores.

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Uma das coisas mais legais que a série conseguiu colocar foram as subtramas, em especial a que envolve a personagem Jeri Hogarth da nossa eterna Trinity, Carrie-Anne Moss, a melhor advogada de Nova York. Ela é maravilhosa em todas as cenas que aparece, sempre como uma figura independente e que age pelo bem próprio.

 HELLO, IT'S ME!
HELLO, IT’S ME!

Diferentemente de Demolidor, Jessica Jones é uma série muito mais “parada”. Não temos ação desenfreada, pelo contrário, o lado psicológico e até de suspense é o que está em pauta. Mas isso acontece por causa de Kilgrave, que exige muito a saúde mental da protagonista. E que vilão hein?! PQP, David Tennant destrói na pele do Homem Púrpura. Kilgrave é do clube “vilões que amamos odiar”. Ele é genial, maníaco, obsessivo, porra-louca e cativante. É um amor doentio, daqueles estilo Teste de Fidelidade.

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A série possui inúmeras reviravoltas ao longo dos 13 episódios e podemos ter conhecido o possível (is) vilão da segunda temporada. Will Simpson, vivido por Wil Traval e a IGH, empresa que realizou experimentos em crianças transformando-as em “milagres” (mutantes).

O tom da série é ótimo e só funcionou bem por causa do elenco, que é excelente desde a protagonista até os personagens secundários, destaco aqui Rachael Taylor, que interpreta a amiga de Jessica, Trish Walker, e Eka Darville (Malcolm). Com Jessica Jones, a Marvel e o Netflix provam mais uma vez que o universo de super heróis está longe de acabar e é possível fazer/ter bom conteúdo explorando heróis desconhecidos ou do esquadrão B das HQs. Manda mais Jessica Jones, Demolidor, Luke Cage, Punho de Ferro, Justiceiro, Elektra, Defensores, por que tá pouco!

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