‘A Saga Divergente: Convergente’: filme para cumprir tabela

Dando continuidade nas adaptações dos livros de Veronica Roth às telonas, é chegada a hora do terceiro filme da Saga Divergente. Convergente, dá nome ao último livro da trilogia e é o penúltimo longa de Tris, Quatro e cia (só pra variar, o último livro será adaptado em duas partes).

Bom, vamos ao que interessa. A mensagem revelada no último longa, Insurgente, leva Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort), Christina (Zöe Kravitz) e Peter (Miles Teller) para além dos muros de Chicago, onde descobrem uma sociedade em um mundo caótico.

A famosa caixa do outro filme!
A caixa que transmitiu a mensagem em Insurgente.

Se você é da lista de pessoas que não gostou de Insurgente (como a pessoa que vos escreve), certamente você deve estar com os dois pés atrás para ver Convergente. Olha há um pouquinho de esperança, mas não muito tá?! O filme não é excelente, mas supera em muito o anterior (o que já é grande coisa).

"Seu filme (Insurgente) é muito ruim", Tris de Convergente. Hahaha
“Seu filme (Insurgente) é muito ruim”, Tris de Convergente. Hahaha

Em nível de roteiro e até mesmo efeitos, Convergente dá um baile em seu antecessor. O roteiro aqui é mais conciso, sem deixar tantas pontas soltas como Insurgente. O ritmo do filme mantém uma regularidade boa, que não cansa quem o assiste.

A ação é mais bem explorada, sobretudo nas cenas em que Theo James aparece, distribuindo chutes e socos para tudo que é lado. Tris se mostra a mocinha guerreira e enganada (qualquer semelhança com Katniss Everdeen é mera coincidência).

As reviravoltas que ocorrem durante as duas horas de filme parecem não ter fim, mas tudo é meio que previsível. Nada que você não conseguiria adivinhar sozinho.

No geral, o filme é ok e garante o entretenimento. Cumpre também o seu papel, dar mais dinheiro ao estúdio e adiar o inadiável fim da série. Se eu tivesse que dar uma nota ao longa seria um 7, daqueles que louvamos à Deus quando conseguimos em uma matéria chata da facul.

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“Ufa! Passei sem exame”.

Até agora, nenhuma das sequências superou o primeiro longa, Divergente (2014), e dificilmente Ascendente, capítulo final da saga, superará. Ascendente, chega em junho do ano que vem aos cinemas (acaba logo com isso senhor, plmdds).

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