#Conheça: Bullet Bane, hardcore de primeira linha

Queridos leitores do Cultura e Ponto Final, tenho hoje a honra e a incumbência de fazer meu primeiro post da sessão #Conheça.

Para mim, não teria como fazer esse primeiro post se não fosse já para chegar com o pé na porta trazendo para vocês a pedrada que vem mantendo a sanidade dos meus ouvidos: BULLET BANE.

Tudo começou à uns meses atrás quando meu irmão e meu primo (sou eternamente grata à vcs) me mostraram o som dos caras. Como tenho um certo TOC que me faz gostar realmente de uma banda só depois de ir em um show, meu estalo com relação ao Bullet Bane aconteceu no dia 5 de junho quando fomos no Banana Progressyva, festival que promove bandas independentes. O show era beneficente no SuperLoft, na Cardeal Arco Verde, quase em frente ao Carioca Club, e o Bullet Bane fechava o evento.

Cara, pensa em um show muito, muito, mas muito bom mesmo! Como a maioria das músicas são em inglês, ainda não tinha decorado todas, então, fiquei observando. Talvez, essa seja a melhor atitude para se tomar em um primeiro show de uma banda que você conheceu a pouco tempo. Assim, dá para prestar atenção nos detalhes, na interação do público com a banda (que é sempre um show à parte e que, nesse dia, rolou até galera dividindo microfone com o vocalista), na qualidade do som e dos equipamentos, no quão o ao vivo se parece com o que está gravado em disco e que, no caso do Bullet Bane, é absurdamente idêntico.

Só sei de uma coisa: voltei para casa contando os dias pro show de gravação do DVD do Dead Fish em agosto na Audio que, é claro, eu vou, o Bullet Bane vai abrir e … é bem provável que apareça um post sobre isso por aqui (\0/).

Ok, depois de todo esse prefácio, vamos ao que interessa.

Bullet Bane

bullet

Formada em São Paulo em 2009, a banda foi inicialmente chamada de Take Off The Halter. Depois de abrir para nomes consagrados do hardcore internacional, como NOFX, No Fun at All e Millencolin, a banda foi rebatizada por conta da possível interpretação errada do nome (Take Off The Halter poderia ser traduzido como “Retire o Sutiã”, e os gringos rotulariam o som da banda como algo sexcista).

Com Victor Franciscon (vocal/letras), Fernando Uehara (guitarra), Rafael Ferreira (baixo), Danilo Souza (guitarra) e Renan Garcia (bateria), a banda anunciou o novo nome, Bullet Bane (tradução para “Veneno da Munição”), no início de 2011. Em novembro do mesmo ano, foi lançado o primeiro CD, New World Broadcast. Com produção de Philippe Fargnoli (ex-Dead Fish, atual CPM22 e Reffer), o disco chegou até o Japão licenciado pela Bells On Records, e ganhou seu primeiro videoclipe em 2012, com a faixa Dance Of Electronic Images.

Depois de turnê pela Argentina, Bullet Bane lançou seu segundo álbum, Impavid Colossus, em 2014. Gravado em casa e produzido pela própria banda, o disco conta com a masterização/mixagem de Gabriel Zander (Zander) e leva o selo da Hearts Bleed Blue (HBB), gravadora independente que trabalha com bandas como Medulla, Dance of Days e Water Rats.

Com repertório bem estabelecido e com um público fiel na cena alternativa, a banda gravou seu primeiro DVD no ano passado no Inferno Club (SP). Bullet Bane – Impavid Colossus Ao Vivo em São Paulo tem produção da Fuerza Films e explica, claramente, o motivo pelo qual você precisa conhecer Bullet Bane!

Então, confere aí o DVD na integra e depois me fala o que achou.

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2 comentários em “#Conheça: Bullet Bane, hardcore de primeira linha

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