Truque de Mestre traz, enfim, o Segundo Ato

A mágica continua em Truque de Mestre – O Segundo Ato, os cavaleiros estão de volta para desmascarar mais alguns milionários. Seguindo a mesma linha do primeiro filme, as cenas são bonitas visualmente e bem coreografadas. E assim como antes, o limite de descrença tem que ser suspenso para se divertir, mas se você gostou do primeiro, provavelmente vai gostar do segundo.

A direção do filme fica a cargo do Jon M. Chu que traz no currículo filmes como G.I. Joe Retaliação, Ela dança Eu danço 3 e 4 e os filmes do Justin Bieber. Ele não inova e somos conduzidos nos mesmos moldes do filme anterior, que foi dirigido por Louis Leterrier. O elenco também sofreu alterações. Henley, interpretada pela Isla Fischer, resolveu deixar os cavaleiros para trás e quem aparece para tomar o seu lugar é Lola, interpretada por Lizzi Caplan.

Que quer uma pomba?
Quem quer uma pomba?

Após ficarem um ano vivendo clandestinamente, desde o último show, os cavaleiros estão impacientes para se apresentarem novamente. O Atlas começa a se comunicar diretamente com o Olho e não acredita muito na liderança do Dylan Rhodes. Quando uma nova apresentação é planejada com a intenção de desmascarar uma grande corporação, que está espionando seus clientes, tudo dá errado.

Eu posso parar a chuva
Eu posso parar a chuva

É aí que a história começa de verdade, e os cavaleiros terão que usar todos os truques guardados na manga para sair da péssima situação em que foram parar. A interação entre eles é muito interessante, o que está mais fora de sintonia com os outros é o Atlas, que pretende virar o líder da equipe no lugar do Dylan, e seu ego acaba trazendo mais problemas do que soluções.

Merrit e Jack

Quem também integra o elenco é o Daniel Radcliffe com o personagem Walter Mabry, um vilão canastrão que acompanha a carreira dos cavaleiros há um tempo e agora precisa da ajuda deles para colocar um plano em prática.

Daniel Radcliffe
Welcome

Quem perdeu tempo de cena, de um filme para outro, foi o Dylan Rhodes, ele é vital para o desenrolar da história, mas após perder a posição privilegiada que tinha no FBI, ele acaba ficando em segundo plano em relação aos cavaleiros. Enfrentando um velho inimigo, Thaddeus Bradley, ele irá apostar cada ficha que tem, nos seus cavaleiros, que ele espera, se tornem um único organismo.

Dylan

Mark Rufallo está ótimo no papel de Dylan, numa das primeiras cenas ele aparenta ser uma coisa para o FBI, quando todos sabemos que ele é totalmente diferente. Inclusive nas cenas seguintes ele já se mostra como ele é, e você pode admirar essas facetas do personagem, graças ao talento do ator.

O filme brinca com o espectador, tal qual um show de mágica. Enquanto eles desviam sua atenção para um determinado ponto, está acontecendo algo totalmente diferente em outro. Algumas respostas que não foram mostradas no primeiro filme são mostradas aqui e mais uma vez somos conduzidos por cortinas de histórias que vão se levantando conforme o final do show acontece. É um filme divertido, que não irá mudar a vida de ninguém, mas que entretém e entrega o que promete.

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