A Bela e a Fera – 2 horas de pura nostalgia!

A Bela e a Fera

Seguindo a tendência de adaptações de animações clássicas para live action (filme com atores), estreou essa semana a  A Bela e a Fera, protagonizado pela ex-bruxinha Emma Watson. Dirigido por Bill Condon (que tem no currículo os dois últimos filmes da Saga Crepúsculo, Dreamgirls e o premiado Deuses e Monstros), o live action do conto francês é uma grande reprodução da animação de 1991. Cenas da animação são fielmente apresentadas quase que quadro a quadro no filme, assim como falas, canções e até expressões dos atores.

Foto: Facebook Disney.

A Bela e a Fera é de longe a adaptação mais fiel dos clássicos da Disney feitos até hoje. Embora não tenha a originalidade do ótimo Malévola (2014) de Angelina Jolie, Bill Condon conseguiu colocar no filme temas que estão em discussão na sociedade, como a homossexualidade (com o personagem LeFou, interpretado por Josh Gad) e o machismo (mostrado na cena em que Bela ensina uma menina a ler) de forma sutil.

Com uma reprodução fiel da animação, o que torna A Bela e a Fera um grande filme? Tirando a ótima história e o fato de ser um clássico, a realização dos efeitos especiais nos personagens de Ewan McGregor (Lumière), Ian McKellen (Horloge), Emma Thompson (Madame Samovar) e Dan Stevens (Fera) é surpreendente. Em uma cena no castelo, durante uma canção, a psicodelia toma conta da tela. É vislumbrante e nostálgico ver todas aquelas cores e objetos falantes que você assistiu em uma animação quando criança, “ganhando vida” com a magia do cinema. Jacqueline Durran, que ganhou o Oscar de Melhor Figurino por Anna Karerina (2013), deve receber uma indicação ao Oscar 2018 pelo seu ótimo trabalho com os figurinos do filme.

Emma Watson também justifica muito bem o motivo que a fez desistir de atuar em La La LandSua Bela é perfeita! Demonstra toda a delicadeza, força, coragem, compaixão e amor da personagem que conhecemos na animação de 1991. Emma está maravilhosa no papel – mesmo eu esperando vê-la sacar sua varinha e conjurar algum feitiço a cada cena – e nos deixa encantados durante todo o filme. A verdade é que todo o elenco do filme é muito bom. Luke Evans está muito bem como o narcisista Gaston, assim como todos os outros personagens que já mencionei aqui.

Foto: Facebook Disney.

A Bela e a Fera (2017), assim como Malévola e outras adaptações da Disney, é um filme pensado e feito para as crianças dessa geração e, principalmente, para as crianças das gerações anteriores. Afinal, ver aquela animação que assistíamos aos cinco anos de idade se transformar em uma mega produção com atores, desperta a nossa criança interior. Traz toda uma nostalgia de uma época em que a nossa única preocupação era se divertir. E o filme entrega justamente isso, nostalgia!

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